sábado, 30 de abril de 2011

O Curioso - Telefone



  Olá internautas! Isso te lembra algo? "Dois copos conectados por um barbante e a voz transmitida pela vibração mecânica do fio". Aposto que vocês já brincaram disso quando criança. Pois acertou quem pensou no Telefone. É dele que vamos falar hoje.
  O telefone é um dispositivo de comunicação à distância feito para transmitir sons por meio de sinais elétricos nas vias telefônicas. É um aparelho eletroacústico que permite a transformação, no ponto transmissor, de energia acústica em energia elétrica e o contrário no ponto receptor, da energia elétrica para a acústica. E está ligado a vários equipamentos, que formam uma central telefônica. Dessa forma, a fala de uma pessoa pode ser ouvida por outra à quilômetros de distância.
  Mas quem teve essa maluca idéia? Quem inventou o telefone? Tenho certeza que você respondeu à plenos pulmões: Alexander Graham Bell, comumente conhecido como Graham Bell. Todavia, o Congresso dos Estados Unidos através da resolução 269, de 15 de junho de 2002, reconheceu que o aparelho foi inventado por volta de 1860 pelo italiano Antonio Meucci.
  Foi mais ou menos assim: Meucci tinha uma mulher que estava adoentada e permanecia no quarto no andar superior da casa e, o laboratório dele ficava no térreo. Não conseguindo cuidar de sua esposa e trabalhar ao mesmo tempo, inventou o telefone para que ela não precisasse esgoelar quando necessitasse de algo. Grande Meucci! Usando os neurônios a seu favor.
Sabia que há vários tipos de telefones? Aí estão eles:
  • O telefone analógico transporta apenas transmissões de voz e frequências de sinalização.
  • O telefone sem fio utiliza radiofrequências de curto alcance para transmissão da voz para uma base que faz a conversão para o meio analógico ou digital.
  • O telefone digital acrescenta uma camada para a transmissão de dados que permite o tráfego de informações sobre a ligação em curso ou enviar informações para interagir com um Pabx, por exemplo.
  • O telefone "voip" utiliza o protocolo TCP/IP e conexões da Internet para transmissão e recepção de voz e dados digitalizados (transformados em pacotes de dados). Telefones analógicos também podem utilizar a tecnologia Voip, desde que o Pabx a que estão conectados tenha gateways (conversores voz/ip) apropriados.
  • O telefone celular ou telemóvel
  • O telefone público


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Jéssica Telles

    Fonte:

    sexta-feira, 29 de abril de 2011

    Para refletir - Historinha da Vida Real

      Era uma vez o herói, aquele que despertava o interesse de todos por ser o que era.
      Bravo e destemido que ele era, lutava por tudo e por todos.
    Enfrentava batalhas todos os dias, salvava dezenas, centenas, milhares, miríades, milhões de vidas.
      O herói não dormia, estava sempre alerta para servir o povo. Classe rica ou classe pobre, lá estava o herói ajudando-os.
      Se ganhava recompensas? Na minoria das vezes, sim.
      O herói às vezes sabia que era herói, mas na maioria das vezes não conhecia a si mesmo.
      Poderia viver de riquezas e alegrias, mas não vivia. Ou será que vivia?
    Como qualquer conto, o herói enfrentava o vilão. Ou será que o vilão também era herói?
      O herói também teu seu lema, só não se sabe se foi ele que o criou: “orgulho de ser brasileiro”.
     
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    Guilherme Neto

    quinta-feira, 28 de abril de 2011

    Profissões - Engenheiro de Produção


      O engenheiro de produção é aquele que trabalha tanto com os processos produtivos quanto com os administrativos e financeiros. Define a melhor forma de integrar a mão de obra, equipamentos e matéria-prima a fim de avançar na qualidade e aumentar a produtividade.
      Este profissional pode coordenar a automação de processos, trabalhar com sistemas de controle de qualidade, planejamento e controle da produção, atuar nos vários setores da agroindústria: produção agrícola, processamento industrial, comercialização e distribuição de produtos, etc.
      Na área de planejamento e controle pode implantar e administrar processos de produção, da seleção de matérias-primas à saída do produto. Estabelecer padrões de qualidade e fiscalizar seu cumprimento. Gerenciar operações logísticas, como armazenagem e distribuição. 
     Como engenheiro do trabalho pode administrar a mão de obra para a produção de bens ou a prestação de serviços. Avaliar custos, prazos e instalações para possibilitar a execução do trabalho.
      O curso de engenharia de produção tem duração média de cinco anos e o salário inicial gira em torno dos três mil reais.



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    Guilherme Neto
    Conheça melhor esta profissão em:
    - http://guiadoestudante.abril.com.br/profissoes/engenharia-producao/engenharia-producao-602978.shtml
    - http://www.algosobre.com.br/guia-de-profissoes/engenharia-de-producao.html
    - http://www.eng.ufba.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=48&Itemid=56

    segunda-feira, 25 de abril de 2011

    O que é Automação? - O Controle PID

      Utilizamos na automação industrial muitos modos de controle, porém os mais frequentes são os modos proporcional , integral e derivativo (PID)

    Modo Proporcional
      Como o nome já indica, o modo de controle proporcional faz a correção de modo proporcional ao desvio, para o controle proporcional levando em consideração os parametros ajustáveis e os parametros do processo ao qual o controle P ira atuar , ele pode deixar um erro de de offset (controla a variável, mas não retorna a seu set point inicial).
      Alguns parametros importantes do controlador proporcional são:

    • Ganho proporcional : é a relação entre a variação da entrada sobre a variação de saída
    • Faixa proporcional: inverso do ganho proporcional e pode ser descrita como a variação da variável necessaria para levar a variável manipulada do minimo ao maximo  ou seja é a relção de quanto entra para provocar 100% da variação de saída.

    Modo integral
      Neste modo de ação o controlador gera um sinal de correção que depende da integração do desvio ao longo do tempo, o sinal de controle no modo integral aumenta proporcionalmente ao tempo no caso de o erro ser constante.
      Para o controle integral a velocidade de correção é proporcional a amplitude do desvio.
      O controlador integral é bastante eficiente em conjunto com outros modos de controle como o proporcional, pois elimina o erro de offset.

    Modo Derivativo
      Esta ação de controle gera um sinal de correção que depende da velocidade de variação do desvio (erro).
      No controlador derivativo deve-se levar em consideração o ajuste do tempo derivativo.
      O modo D não pode ser utilizado isoladamente, pois a ação de controle para uma variação em degrau não faz sentido ,visto que teríamos a derivada de/dt infinita no ponto de descontinuidade do desvio.

    Modo P+I
      A ação proporcional utilizada sozinha não satisfaz todos os tipos de controle, só os com poucas exigencias, pois geram desvios permanentes de offset da variável controlada.
      Este desvio permanente é anulado pelo uso das ações proporcional e integral combinadas.

    Modo P+I+D
      Outro modo de controle, é feito através da associação dos 3 modos ja citados. Além de eliminar o offset , consegue com regulações apropriadas  uma estabilização do processo e um retorno mais rapido ao equilibrio do que com o modo PI (este modo não é usado para variáveis muitas rapidas pois tende a seu descontrole).

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    Lucas Rodrigues

    domingo, 24 de abril de 2011

    RFID - Radio Frequency Identification (Identificação por rádio-frequência)


    Resumo

                 RFID é a sigla usada para Radio Frequency Identification (Identificação por frequência de rádio). Essa tecnologia permite a identificação automática de objetos e pessoas através de ondas de rádio. Ao longo dos últimos anos, o surgimento da internet e o barateamento dos componentes eletrônicos em geral, favoreceram a adesão de inúmeras companhias a esse tipo de sistema. Neste site serão explicados seu funcionamento, incluindo tecnologia de fabricação, protocolos de comunicação e questões de segurança, além da citação de aplicações comuns e possibilidades futuras.

    Introdução

                Após o grande desenvolvimento da eletrônica e da computação nas últimas décadas, o computador pessoal, fazendo uso da internet, tornou-se parte da vida cotidiana atual. Pessoas ao redor do mundo desejam se comunicar internacionalmente em tempo real e, graças a essa tecnologia, conseguem com facilidade impressionante. Fábricas tentam produzir apenas aquilo que será vendido da forma exata como o cliente pediu. A velocidade dos processos de produção só tende a aumentar e a automação ganha cada vez mais espaço em diferentes áreas de trabalho.
                É nesse contexto, que a tecnologia de sistemas RFID aparece. Apesar de já existente há algumas dezenas de anos, só recentemente foi possível utilizá-la de forma realmente vantajosa. Somente após generosos investimentos em pesquisas, conseguiu-se baixar seus custos e criar normas necessárias para seu bom funcionamento. A capacidade de comunicação por ondas de rádio com praticamente qualquer objeto a torna excelente para maioria dos tipos de linha de produção moderna ou cadeias de abastecimento. Sua ubiquidade se encaixa quase perfeitamente nas necessidades de monitoramente em tempo real.
                As atuais aplicações de sistemas RFID estão acabando com gargalos de produção e tornando alguns processos muito mais seguros. No entanto, as mesmas vantagens trazidas por essa tecnologia também assustam muitos ao possibilitarem diversos tipos de espionagem e de invasão de privacidade. Dessa forma, como qualquer recurso de alto nível tecnológico, o seu uso futuro deve ser escolhido com intuito de facilitar o nosso dia-a-dia, não para causar transtornos ou constrangimentos.

    Tecnologia

              Um sistema de RFID usa comunicação de rádio para identificar pessoas ou objetos de forma única. Para isso ele possui três componentes principais:
    1. Etiqueta (tag): também chamada de transponder, é um chip semicondutor, uma antena e, em alguns casos, uma bateria.
    2. O leitor: composto por antena, módulo eletrônico de freqüência de rádio e módulo eletrônico de controle.
    3. O controlador: em geral um computador ou uma base de trabalho que tenha um banco de dados e rode o software de controle.
    Através de ondas de rádio, quando um objeto com etiqueta entra na área de leitura do leitor, o leitor pede que a etiqueta envie a informação nela contida. Após receber essa informação o leitor a repassa para o controlador através de diversos tipos de rede. O software que realiza essa interface entre leitor e etiqueta se chama middleware. Com isso o controlador pode realizar diversos tipos de ações, dentre elas: simplesmente computar a entrada do objeto ou redirecioná-lo para onde quiser. Um leitor pode se comunicar com diversas etiquetas (até 1000 por segundo) e vários leitores podem se ligar a um mesmo controlador.

     Para tentar adaptar a tecnologia a diferentes situações e ambientes, há dois principais tipos de sistemas.

     Sistemas Ativos:

    As etiquetas possuem fonte própria de energia. Essa característica lhes permite enviar sinais a maiores distâncias (costumam ter alcance entre 20m e 100m) além de possibilitar o uso de leitores menos potentes. Por isso, costumam ser empregadas em cargas e pacotes grandes. Em geral transmitem nas freqüências 455 MHz, 2.45 GHz, ou 5.8 GHz. Algumas vezes possuem sensores ligados a si, podendo, assim, enviar informações sobre o estado do objeto no momento em que são perguntadas. Em contrapartida, elas se tornam maiores e mais caras. Dividem-se em dois tipos:
    Transponders: a etiqueta só envia sinais quando recebe sinal de um leitor, ou seja, quando está em uma área de leitura, tornando-a mais econômica.
    Beacons: a etiqueta é programada para enviar sinais periodicamente ou em certas situações especiais. Muito usados em sistemas para monitoramento de posição em tempo real ou para alertar mudanças no ambiente em que a etiqueta está inserida.

    Sistemas Passivos:

    As etiquetas usam a energia do sinal emitido pelo leitor para enviar sua informação. Assim, são menores e muito mais baratas, chegando a custar apenas US$0,20, e não requerem manutenção, mas seu sinal tem menor alcance. Suas características e funcionamento dependem da frequência em que trabalham.
    Baixa Frequência: usam freqüências de 124 kHz até 135 kHz. Devido ao seu comprimento de onda, conseguem penetrar paredes não metálicas, tornando-se ideal quando a etiqueta fica dentro de uma caixa ou perto de água. Para usar a energia enviada pelo leitor, as etiquetas usam o inductive coupling. O leitor gera, através de uma bobina, um campo magnético que, ao passar pela bobina da etiqueta, induz uma corrente. Essa corrente passa pelo circuito da etiqueta que, então, altera a carga elétrica sobre a sua própria bobina. Isso gera uma mudança no campo magnético, que é sentida e interpretada pelo leitor. Para que haja esse campo, é necessário que as duas bobinas estejam relativamente perto limitando o alcance de leitura desse sistema a aproximadamente 30 cm.
    Alta Frequência: usam frequências em torno de 13.56 MHz. A diminuição no comprimento de onda faz com que os sinais sejam mais facilmente refletidos por superfícies em vez de atravessá-las. Sistemas nessa faixa também funcionam graças ao inductive coupling, mas tem um campo de leitura um pouco maior, alcançando até um metro.
    Frequência Ultra Alta (UHF): operam tipicamente a partir de 860 MHz até 960 MHz, mas há também sistemas que usam frequências na faixa de gigahertz. Não funcionam bem perto de metais ou água, pois seus sinais são refletidos ou absorvidos respectivamente. Sua principal característica é funcionar através do propagation coupling. O leitor envia energia eletromagnética na forma de ondas de rádio e a etiqueta a absorve. Um circuito usa a energia reunida para mudar a carga elétrica sobre a antena da etiqueta e refletir um sinal alterado, que será devidamente interpretado pelo leitor. Essa técnica se chama backscatter. A alteração pode ser feita por modulação de amplitude, fase ou frequência. Com isso, esse tipo de sistema consegue alcance superior a três metros. 

    Tipos de Etiquetas

    As etiquetas podem ser divididas dependendo de seu tipo de memória.
    Read-only: permite apenas a leitura dos dados gravados inicialmente, em geral, pelo próprio fabricante, e costumam conter pouca informação.
    Read/Write(RW): os dados armazenados nessas etiquetas podem ser apagados e alterados com facilidade. Assim, ela pode funcionar como uma pequena base de dados móvel. Essa sua característica lhe rendeu o nome de “etiqueta inteligente” (smart tag). Um tipo em especial de etiqueta RW é a write-once-read-many (WORM) que permite a escrita de dados somente uma vez.
    Há também etiquetas que misturam os dois modelos, permitindo que uma parte dos dados, como empresa e data de fabricação, fiquem fixos e que outra tenha gravado o que se desejar.

    Comunicação

    O estabelecimento da comunicação entre as etiquetas e os leitores em RFID se dá através da utilização de protocolos. Estes são um conjunto de regras que coordenam o fluxo de informações entre os dois elementos do sistema. Definem uma interface aérea de comunicação, onde o sinal será transmitido, especificando qual o tipo de modulação e qual será o tratamento dado às inevitáveis colisões causadas pela interferência dos sinais com frequências parecidas, gerados simultaneamente, por diferentes etiquetas em resposta ao questionamento do leitor.  
    Como a evolução do RFID, durante o século XX, foi lenta, sistemas foram desenvolvidos separadamente e com arquiteturas proprietárias por cada fabricante. Muitas vezes utilizava-se uma tecnologia que seria útil para uma atividade específica (restringindo sua aplicação àquela atividade), ou ainda pior, com as arquiteturas proprietárias, cada tipo de sistema obedece as exigências de seu fabricante sem que outras empresas ou companhias tenham acesso à tecnologia, consequentemente, há também uma grande diversidade desses sistemas dentro de uma mesma atividade.
    Sob essa perspectiva, nota-se que é evidente a necessidade de uma padronização dos sistemas utilizados em RFID. Existem, principalmente, duas organizações que vêm tentando estabelecer uma padronização: A ISO/IEC e a EPC Global. A criação de um padrão diminui bastante o custo devido à maior compatibilidade entre diferentes tipos de sistemas, facilitando sua implantação e disseminando, ainda mais, esta tecnologia ao redor do globo.
     
    Fonte: 

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    Matheus Andrade 

    quinta-feira, 21 de abril de 2011

    Profissões - Engenheiro Eletricista

    Engenharia Elétrica é a engenharia que lida com geração, a transmissão, o transporte e a distribuição da energia elétrica. O engenheiro eletricista planeja, supervisiona e executa projetos nas áreas de eletrotécnica, relacionadas à potência da energia. Ele está habilitado a construir e a aplicar sistemas de automação e controle em linhas de produção industrial, no desenvolvimento de componentes eletroeletrônicos, na operação e manutenção de equipamentos em hospitais e clínicas e em projetos de instalações elétricas em indústrias, comércios e residências. Além das concessionárias de energia, o graduado encontra emprego em empresas de telecomunicações (desde fábricas de celulares até operadoras de sistemas de comunicação), indústrias de equipamentos, automação, fábricas de motores e geradores, consultorias ou em empresas prestadoras de serviços em computação.

    O mercado de trabalho
    "A engenharia como um todo está crescendo muito no país, e isso inclui a elétrica. Há cerca de dez anos que não temos problemas com empregabilidade, e isso acontece porque a Engenharia Elétrica lida com dois aspectos essenciais para a sociedade, que são a energia e a informação", afirma José Antenor Pomilio, coordenador do curso da Unicamp. A área de transmissão e distribuição vive um momento importante de renovação dos profissionais que ocuparam os cargos nos anos 1970, quando o setor teve um crescimento muito grande. Além disso, as áreas de pesquisa e desenvolvimento em empresas de energia, computação e telecomunicações também contratam o profissional. Setores alternativos, como o mercado financeiro, procuram por esse engenheiro. Concessionárias de energia, construtoras, empresas de tecnologia da informação são empregadoras do bacharel. Existe oferta de vagas em todo o país. Apesar disso, as regiões Sul e Sudeste possuem polos industriais bem desenvolvidos e concentram as melhores oportunidades.

    Salário inicial: R$ 3.060,00 (6 horas diárias; fonte: Crea-SP).

    O curso

    Prepare-se para enfrentar muito cálculo. O currículo começa com disciplinas básicas, como matemática, física e informática. As contas acompanham o aluno também nas aulas de economia e administração. A parte mais interessante fica por conta das aulas práticas e dos experimentos em laboratório, que costumam aparecer desde o início da graduação. A formação profissionalizante tem início no terceiro ano, com aulas de projetos de sistemas elétricos, materiais elétricos, sistemas digitais e eletromagnetismo, entre outras. No último, além das disciplinas, os alunos se dedicam ao trabalho de conclusão do curso. O estágio é obrigatório e, geralmente, feito a partir do quarto ano.

    Duração média: cinco anos.

    Outros nomes: Eng. Elétr. (autom. ind.); Eng. Elétr. (autom.); Eng. Elétr. (comput.); Eng. Elétr. (eletrôn.); Eng. Elétr. (eletrot.); Eng. Elétr. (ênf. em comput.); Eng. Elétr. (ênf. em sist. de energia); Eng. Elétr. (sist. de energia e autom.); Eng. Elétr. (telecom. e eletrôn.); Eng. Elétr. (telecom.); Eng. Elétr. (telecom., eletrôn. e sist. de potência); Eng. Elétr. (telecom., sist. de potência e eletrôn.); Eng. Elétr. (telemática); Eng. Elétr. e das Energias; Eng. Elétr. e Eletrôn.; Eng. Elétr. Eletrot.; Eng. Elétr. Ind.; Eng. Eletrot.; Eng. Ind. Elétr.

    O que você pode fazer:

    Automação:
    Projetar equipamentos eletrônicos destinados à automação de linhas de produção industrial.

    Eletrônica:
    Desenvolver circuitos eletrônicos para aquisição de dados (por exemplo, áudio, temperatura, umidade, pressão), transmissão de dados por radiofrequência, entre outros.

    Eletrotécnica (potência e energia):
    Planejar e operar sistemas elétricos, desde a geração até a transmissão e a distribuição de energia. Projetar e construir usinas, estações, subestações, redes de geração de energia e também máquinas elétricas. Ampliar as redes de alta tensão e dar manutenção a elas.

    Engenharia biomédica:
    Especifi car e gerenciar a utilização de equipamentos médico-assistenciais em hospitais, clínicas e laboratórios. Projetar, construir equipamentos e fazer a manutenção deles.

    Hardware e programação:Desenhar componentes e desenvolver sistemas.

    Instrumentação:
    Projetar e desenvolver equipamentos para a realização de medidas, registro de dados e atuadores.

    Microeletrônica:
    Projetar, fabricar e testar circuitos integrados (chips) para sistemas de computação, telecomunicações e de entretenimento, entre outros.

    Telecomunicações:
    Desenvolver serviços de expansão de telefonia e de transmissão de dados por imagem e som. Projetar e construir equipamentos para telefonia e comunicação em geral e de processamento digital de sinais.

                                                                                                                                                                    --
    Isaac Paixão

    terça-feira, 19 de abril de 2011

    Rifa TG.doc - Entrega do Prêmio

    Nesta segunda-feira (18 de abril) foi entregue o prêmio da Rifa de Páscoa do TG.doc, o vencedor foi Bruno Meneses, também aluno de automação do IFBA. 
    O integrante Guilherme Neto entrega a cesta a Bruno

    Bruno com o prêmio em mãos

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    Equipe do Blog TG.doc